domingo, 2 de fevereiro de 2014

As dores de um parto (Romanos 8.22)

A morte do corpo, que mata a esperança, a fé, a paz. As satisfações íntimas, que abala o psicológico e gera traumas. Superações de poucos, amor de poucos que causa tão grande emoção...
Sonhos construídos, alcançados e desmoronados... a fé renovada, novo amanhecer, pouco tempo de vida. Sorte de quem? Azar dele. Deus existe? Só para os que creem.
A miséria existente no coração ambicioso do rico, cadê a nação de todos¿ Para solidarizar os poucos? Pra resolver os muitos corruptos?!
Corrupção, negação, exortação, exportação, exposição, evasão, solução, são uns dos fantasmas que assolam esse país e nada é feito. Heresia, religião que mata em nome do pecado ou de Deus¿ Que deus? Com d minúsculo. Existe misericórdia? De Quem? Em nome dos que morreram, não preciso mais! Os milhões de gritos, protestos, quem ouviu? Alguém ouviu? Se milhões de barulhos não foram suficiente para balançar a cadeira dos que nos representam, continuaremos á mercê dos latidos do medo. As eleições elegem expectativas... frustradas , problemas mal resolvidos “mas resolvidos”. Avanço lento, porcentagem mínima.
Pior do que aqueles que sofrem as batalhas e consequência da desonestidade, são as crianças, que não se defendem porque não sabem, a inocência ainda as protegem, mais ainda sim elas são castigadas pelas mentes desequilibradas e doentes, causada por uma psicose genética ou diabólica, das crianças é o céu.

Meu Deus! Por mais que eu tente, é difícil encontrar espaço para a fé, e como diz uma canção “você sai em desvantagem se você não tem fé”, na verdade a fé é o que tem sustentado tudo isso. Até aquela fé individualista, é o que mantém alguns de pé e que ainda sonham.